Quem somos?
A AFETO (Associação de Famílias Para o Bem Estar e Tratamento da Pessoa com Autismo) é uma associação de pais que nasceu da necessidade e união de um grupo de pais na busca por tratamento de qualidade para seus filhos diagnosticados com autismo. Após longos anos de luta e enfrentamento das mais diversas dificuldades, a associação conseguiu formar uma equipe de profissionais de diversas áreas que oferece serviço de intervenção especializado com um número limitado de vagas, por ter um compromisso ético com a qualidade do serviço prestado as famílias.
Somos uma instituição: 1) não governamental: Isso significa que não recebemos recursos financeiros ou humanos do governo, portanto o financiamento para manutenção dos serviços e infraestrutura da instituição vem de outras fontes; e 2) sem fins lucrativos: o que quer dizer que todos os recursos financeiros recebidos são utilizados para o pagamento dos profissionais que prestam serviço na AFETO e para a manutenção da infraestrutura (espaço físico e recursos materiais necessários para o serviço ofertado), não há lucro.
A equipe da AFETO é formada por profissionais capacitados nos mais variados níveis de formação e com experiência no atendimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista, e por estagiários em formação sob constante supervisão. Todos os profissionais que trabalham na equipe são altamente qualificados e estão em formação continuada.
Cada caso é acompanhado por uma equipe responsável pela implementação da intervenção, um profissional que cuida de todo o planejamento, avaliação, acompanhamento e gerenciamento do tratamento – treinamento de equipe, capacitação de pais e cuidadores, orientação escolar e integração do tratamento em áreas específicas – e um supervisor. Todas as intervenções são individualizadas (planejada especificamente para cada caso), e por vezes o atendimento é feito por mais de um profissional trabalhando em conjunto na mesma sessão.
Essa estrutura é fundamental para garantir um serviço com altos critérios de qualidade e efetividade, mas manter um quadro tão extenso de profissionais por caso, e com tamanho grau de qualificação gera, também, altos gastos. O tratamento é custoso, e os profissionais precisam ser remunerados para que consigam, inclusive, continuar se capacitando e desenvolvendo habilidades – o que gera um impacto direto na vida dos atendidos. E como não recebemos verbas do governo ou de outros órgãos, precisamos cobrar uma mensalidade que é utilizada exclusivamente para cobrir a folha de pagamento e manter o espaço.
Concordamos plenamente que o tratamento de qualidade é altamente custoso, se tornando inacessível para a maior parte da população. E concordamos também que esse tratamento deveria ser de acesso universal. Alguns dos caminhos para isso são: que o governo custeie o tratamento realizado em instituições como a AFETO ou que esse tipo de serviço seja ofertado em organizações do próprio governo.